11 setembro 2006

Foi o inferno o 11 de Setembro de 1985 em Mangualde

Foi no dia 11 de Setembro de 1985, às 18,38 horas, que o sud-express carregado de emigrantes, chocou com um comboio regional.
Foi o pior acidente ferroviário de sempre em Portugal. Dois comboios chocaram de frente na Beira Alta, numa linha cuja segurança dependia totalmente de meios humanos. Há 21 anos, sem telemóveis nem rádio nas locomotivas, mesmo depois de detectado o erro só se podia esperar. Junto a Alcafache, uma coluna de fumo ergueu-se no ar. Morreram dezenas de pessoas.

5 comentários:

al cardoso disse...

Os meus sentimentos neste dia estao com os familiares das vitimas, tanto dessse terrivel acidente, como para os do outro 11 de Setembro mais recente.

Um abraco e boa semana.

Crónicas de Ariana disse...

Recordo-me bem deste acidente ferroviário, apesar dos meus quatro anos,do barulho das sirenes, das ambulâncias a dirigir-se ao Centro de Saúde de Mangualde.

Fornense disse...

o meu pai foi la tirar pessoas na altura e diz que nunca na vida voltou a ver situaçao mais terrivel.. não vale a pena imaginar mesmo.. que descansem em paz.

sue disse...

Na altura os meios de comunicação eram escassos e quase inexistentes. Valeu a boa vontade dos radio-amadores das zonas próximas para comunicar/coordenar com os meios de socorro locais. Não me recordo do acidente visto não estar a viver em Portugal na altura, mas esse acidente é muito referenciado pela comunidade radio-amadora da qual também faço parte. aprender com o passado. Sentidos pêsames para todos os familiares de vítimas, seja em que data for...

madison disse...

infelizmente todos nos sentimos a dor, k o diga eu, tinha 18 anos acabava de perder o meu pai k era makinista do sud express, pai esse k ficará sempre no nosso coraçao, homem k lutara muitos anos como sindicalista por meios de comunicaçao dignos nakelas lokomotivas e k mais tarde lhe custou a propria vida, bem haja a todos blogger e a familia radioamador da kual faço parte, desejo k este acidente e as pessoas k la pereceram nunca sejam eskecidas dos nossos coraçoes.


Antonio Rodrigues
Figueira da Foz